autoria de:
TIAGO VENCESLAU

autoria de:
TIAGO VENCESLAU

autoria de:
TIAGO ALONSO

autoria de:
TIAGO ALONSO

Animação de Rua

A Animação de Rua é uma valência da Cáritas da Ilha Terceira que orienta a sua ação  a crianças e jovens, com idades compreendidas entre os 6 e os 21 anos, oriundos, essencialmente, da Urbanização do Lameirinho, em Angra do Heroísmo.  

As dinâmicas desenvolvidas com este público priorizam as abordagens informais, propiciando o trabalho de prevenção de comportamentos desviantes, valorizando a adoção de estilos de vida saudáveis. Assim, este projeto procura a criação e dinamização de um contexto relacional de proximidade, facilitando a identificação de problemas em várias dimensões (social, familiar, individual).

Assenta em três eixos principais:

Animação de Rua

A Animação de Rua é uma valência da Cáritas da Ilha Terceira que orienta a sua ação  a crianças e jovens, com idades compreendidas entre os 6 e os 21 anos, oriundos, essencialmente, da Urbanização do Lameirinho, em Angra do Heroísmo.  

As dinâmicas desenvolvidas com este público priorizam as abordagens informais, propiciando o trabalho de prevenção de comportamentos desviantes, valorizando a adoção de estilos de vida saudáveis. Assim, este projeto procura a criação e dinamização de um contexto relacional de proximidade, facilitando a identificação de problemas em várias dimensões (social, familiar, individual).

Assenta em 3 eixos principais:

Trabalho de Rua

O primeiro eixo materializa-se com a realização de giros regulares junto a escolas, bairro ou locais considerados de risco. Neste contexto são identificadas e monitorizadas situações de absentismo, abandono escolar, consumo de substâncias psicoativas ou outras comportamentos desviantes. É feita uma abordagem informal com o intuito fomentar a adoção de comportamentos mais favoráveis às crianças/ jovens, assim como apresentada a opção de frequentar o ateliê e participar nas atividades aí desenvolvidas.

Trabalho de Rua

O primeiro eixo materializa-se com a realização de giros regulares junto a escolas, bairro ou locais considerados de risco. Neste contexto são identificadas e monitorizadas situações de absentismo, abandono escolar, consumo de substâncias psicoativas ou outras comportamentos desviantes. É feita uma abordagem informal com o intuito fomentar a adoção de comportamentos mais favoráveis às crianças/ jovens, assim como apresentada a opção de frequentar o ateliê e participar nas atividades aí desenvolvidas.

Trabalho em Ateliê

O segundo eixo, o trabalho realizado em ateliê, desenrola-se em ambiente informal, com participação facultativa.  Nesse espaço realizam-se atividades lúdico-pedagógicas, e são trabalhadas competências para a vida de acordo com os interesses das crianças e dos jovens. Oficinas de culinária, horta biológica, estética e informática são alguns bons exemplos do que na valência se desenvolve.

O foco principal está na sua integração social através da redução de comportamentos de risco. 

Trabalho em Ateliê

O segundo eixo, o trabalho realizado em ateliê, desenrola-se em ambiente informal, com participação facultativa.  Nesse espaço realizam-se atividades lúdico-pedagógicas, e são trabalhadas competências para a vida de acordo com os interesses das crianças e dos jovens. Oficinas de culinária, horta biológica, estética e informática são alguns bons exemplos do que na valência se desenvolve.

O foco principal está na sua integração social através da redução de comportamentos de risco. 

Interação com a Comunidade

A interação com a comunidade representa o terceiro eixo. Através de atividades de cariz cultural e desportivo, exposições ou pequenos momentos formativos, as famílias, pessoas de referência e/ou a comunidade em geral, são chamadas a participar e a integrar os projetos na valência desenvolvidos. A ação da ARCIT parte do pressuposto que todos são agentes ativos na educação e no desenvolvimento das crianças e jovens.

Interação com a Comunidade

A interação com a comunidade representa o terceiro eixo. Através de atividades de cariz cultural e desportivo, exposições ou pequenos momentos formativos, as famílias, pessoas de referência e/ou a comunidade em geral, são chamadas a participar e a integrar os projetos na valência desenvolvidos. A ação da ARCIT parte do pressuposto que todos são agentes ativos na educação e no desenvolvimento das crianças e jovens.

A nossa História

Nos finais de 1997 era organizada, pela mão do Instituto Açoreano de Apoio à Infância e Juventude, uma ação de formação dirigida a jovens com o intuito de criar uma equipa de Animadores de Rua, que teria intervenção em áreas marcadas pela sua fragilidade social e económica. Esse momento formativo foi ministrado por uma equipa técnica do Instituto de Apoio à criança de Lisboa, que haveriam de receber os formandos para um estágio em contexto real de trabalho. 

1998

A recém-formada equipa iniciou o seu trabalho nos bairros sociais de S. João de Deus, Terra-Chã e S. Mateus. Mais tarde haveria de fixar a sua ação em S. João de Deus, Terra- Chã e Carreirinha/S. Bento.

2004

Esta instituição fechou as suas portas em 2004, passando a sua equipa técnica a colaborar com outras instituições levando consigo o trabalho de rua e de ateliê já desenvolvido.

Uma das instituições que acolheu o projeto foi a Cáritas da Ilha Terceira, passando a gerir o polo do bairro de S. João de Deus, alocando 3 técnicos dessa equipa.

Nestes anos a equipa cruzou muitas vidas, já várias gerações. Alegrias, vitórias, fracassos e derrotas. Tristezas. Progressos e retrocessos. 

É uma história feita de gente, onde entraram e saíram utentes, famílias, técnicos, voluntários, administradores, coordenadores… Desde o início, mesmo do começo, na antiga escola primária da Rua da Central, apenas se mantém uma coisa: o ser porto de abrigo onde se acredita e se sonha com o mar alto!

A nossa História

Nos finais de 1997 era organizada, pela mão do Instituto Açoreano de Apoio à Infância e Juventude, uma ação de formação dirigida a jovens com o intuito de criar uma equipa de Animadores de Rua, que teria intervenção em áreas marcadas pela sua fragilidade social e económica. Esse momento formativo foi ministrado por uma equipa técnica do Instituto de Apoio à criança de Lisboa, que haveriam de receber os formandos para um estágio em contexto real de trabalho. 

1998

A recém-formada equipa iniciou o seu trabalho nos bairros sociais de S. João de Deus, Terra-Chã e S. Mateus. Mais tarde haveria de fixar a sua ação em S. João de Deus, Terra- Chã e Carreirinha/S. Bento.

2004

Esta instituição fechou as suas portas em 2004, passando a sua equipa técnica a colaborar com outras instituições levando consigo o trabalho de rua e de ateliê já desenvolvido.

Uma das instituições que acolheu o projeto foi a Cáritas da Ilha Terceira, passando a gerir o polo do bairro de S. João de Deus, alocando 3 técnicos dessa equipa.

Nestes anos a equipa cruzou muitas vidas, já várias gerações. Alegrias, vitórias, fracassos e derrotas. Tristezas. Progressos e retrocessos. 

É uma história feita de gente, onde entraram e saíram utentes, famílias, técnicos, voluntários, administradores, coordenadores… Desde o início, mesmo do começo, na antiga escola primária da Rua da Central, apenas se mantém uma coisa: o ser porto de abrigo onde se acredita e se sonha com o mar alto!

Atividades e Projetos

Nesta área pode consultar algumas das atividades e projetos dinamizados pela valência Animação de Rua.

ARCIT Challenge

   > Saber mais

Agricultura Biológica e Sustentabilidade

   > Saber mais

Literacia para a Inclusão e Autonomia

   > Saber mais

Expressão Artística

   > Saber mais

Cultura e Tradição

   > Saber mais

Atividades e Projetos

Nesta área pode consultar algumas das atividades e projetos dinamizados pela valência Animação de Rua.

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Videoteca

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