Visão

Ser vistos no panorama da Economia Solidária dos Açores como uma entidade de referência no trabalho com jovens NEET.

Missão

Contribuir para que, através da integração n´ANQ, públicos em situação de exclusão e com baixo potencial de empregabilidade (jovens NEET) melhorem as suas competências, numa perspectiva holística (saber, saber-ser e saber-fazer), tendo como meta última uma integração efetiva e profícua no mercado de trabalho e na comunidade.

Valores

  • Integridade;
  • Proximidade;
  • Desenvolvimento sustentável;
  • Respeito/tolerância e assertividade.

Visão

Ser vistos no panorama da Economia Solidária dos Açores como uma entidade de referência no trabalho com jovens NEET.

Missão

Contribuir para que, através da integração n´ANQ, públicos em situação de exclusão e com baixo potencial de empregabilidade (jovens NEET) melhorem as suas competências, numa perspectiva holística (saber, saber-ser e saber-fazer), tendo como meta última uma integração efetiva e profícua no mercado de trabalho e na comunidade.

Valores

  • Integridade;
  • Proximidade;
  • Desenvolvimento sustentável;
  • Respeito/tolerância e assertividade.

“Promovemos a empregabilidade jovem”

“Promovemos a empregabilidade jovem”

A nossa História

Da ideia à evolução, da economia social à economia solidária – As Nossas Quintas.

2004

Cáritas Ilha Terceira desenvolve ações direcionadas para jovens dos 14 aos 21 anos.

2007

Projetos da Cáritas Ilha Terceira são integrados/agrupados na valência – Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil da CIT (CDIJ-CIT).

2013

As origens do projeto As Nossas Quintas remontam ao contexto da crise económica que assolou a Europa, e em particular Portugal, e que conduziu a uma elevada taxa de desemprego, especialmente entre os jovens, e ao aumento exponencial da taxa de jovens em condição NEEF.

Estas repercussões foram ainda mais acentuadas em algumas regiões do país, e os efeitos da crise fizeram-se sentir sobretudo em zonas mais periféricas, como é o caso do Arquipélago dos Açores.

Taxa jovens NEEF (15 aos 24 anos) – 24%

Taxa de abandono escolar – 25.8%

Taxa de desemprego jovem – 28.5%

2013

Surge o projeto Terra Nostra – Capacitação com Raízes, fruto de uma parceira entre a Cooperativa BioAzórica e a Ordem Franciscana, que contou com o financiamento da Fundação EDP Solidária.

2015

Termina o projeto Terra Nostra, que envolveu um total de 34 jovens locais dos 18 aos 26 anos, 82% dos quais (28) rapazes (Simões, 2018).

2015

Inicia-se projeto TRAD(E)- IN Tradição e Inovação para a Empregabilidade, em parceria com a Fundação de Ensino Profissional da Praia da Vitória, e financiado pelo mecanismo europeu EEA Grants.

2016

Termina o projeto TRAD(E)- IN Tradição e Inovação para a Empregabilidade

O projeto terminou em março de 2016 e resultou na integração de 8 jovens no mercado de trabalho.

Apresentada candidatura ao abrigo jurídico de Empresa de Inserção Social – As Nossas Quintas.

2017

Março de 2017 – A ESI As Nossas Quintas adota a metodologia de intervenção para a empregabilidade desenvolvida pelo CDIJ-CIT, promovendo a inclusão dos jovens através da promoção de competências pessoais, sociais, educativas e de empregabilidade.

2019

O carácter distintivo e inovador desta empresa foi reconhecido pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAMPEI), distinguindo- o com o 2º lugar na categoria de Empreendedorismo Responsável e Inclusivo da edição de 2019 do concurso European Enterprise Promotion Awards (EEPA). Foi também considerada a StartUp do mês de outubro de 2017 pela Link to Leaders.

2019

Apresentada uma nova candidatura ao Fundo Regional do Emprego integrando duas áreas de intervenção – pastelaria/doçaria e agricultura em modo biológico certificado, unidade de produção e unidade de transformação. Foram integrados dois jovens por área de intervenção.

2021

Termina a implementação da candidatura ao abrigo do regime jurídico.

Desde 2022

Mantém atividade de agricultura em modo biológico e a formação de curta duração.

A nossa História

Da ideia à evolução, da economia social à economia solidária – As Nossas Quintas.

2004

Cáritas Ilha Terceira desenvolve ações direcionadas para jovens dos 14 aos 21 anos.

2007

Projetos da Cáritas Ilha Terceira são integrados/agrupados na valência – Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil da CIT (CDIJ-CIT).

2013

As origens do projeto As Nossas Quintas remontam ao contexto da crise económica que assolou a Europa, e em particular Portugal, e que conduziu a uma elevada taxa de desemprego, especialmente entre os jovens, e ao aumento exponencial da taxa de jovens em condição NEEF.

Estas repercussões foram ainda mais acentuadas em algumas regiões do país, e os efeitos da crise fizeram-se sentir sobretudo em zonas mais periféricas, como é o caso do Arquipélago dos Açores.

Taxa jovens NEEF (15 aos 24 anos) – 24%

Taxa de abandono escolar – 25.8%

Taxa de desemprego jovem – 28.5%

2013

Surge o projeto Terra Nostra – Capacitação com Raízes, fruto de uma parceira entre a Cooperativa BioAzórica e a Ordem Franciscana, que contou com o financiamento da Fundação EDP Solidária.

2015

Termina o projeto Terra Nostra, que envolveu um total de 34 jovens locais dos 18 aos 26 anos, 82% dos quais (28) rapazes (Simões, 2018).

2015

Inicia-se projeto TRAD(E)- IN Tradição e Inovação para a Empregabilidade, em parceria com a Fundação de Ensino Profissional da Praia da Vitória, e financiado pelo mecanismo europeu EEA Grants.

2016

Termina o projeto TRAD(E)- IN Tradição e Inovação para a Empregabilidade

O projeto terminou em março de 2016 e resultou na integração de 8 jovens no mercado de trabalho.

Apresentada candidatura ao abrigo jurídico de Empresa de Inserção Social – As Nossas Quintas.

2017

Março de 2017 – A ESI As Nossas Quintas adota a metodologia de intervenção para a empregabilidade desenvolvida pelo CDIJ-CIT, promovendo a inclusão dos jovens através da promoção de competências pessoais, sociais, educativas e de empregabilidade.

2019

O carácter distintivo e inovador desta empresa foi reconhecido pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAMPEI), distinguindo- o com o 2º lugar na categoria de Empreendedorismo Responsável e Inclusivo da edição de 2019 do concurso European Enterprise Promotion Awards (EEPA). Foi também considerada a StartUp do mês de outubro de 2017 pela Link to Leaders.

2019

Apresentada uma nova candidatura ao Fundo Regional do Emprego integrando duas áreas de intervenção – pastelaria/doçaria e agricultura em modo biológico certificado, unidade de produção e unidade de transformação. Foram integrados dois jovens por área de intervenção.

2021

Termina a implementação da candidatura ao abrigo do regime jurídico.

Desde 2022

Mantém atividade de agricultura em modo biológico e a formação de curta duração.

  • O combate à pobreza e à exclusão social através da inserção e/ou da reinserção socioprofissional;
  • A aquisição e o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais adequadas ao exercício de uma atividade;
  • Facilitador de interligação entre os jovens integrados e a comunidade empresarial contribuindo para captação efetiva por parte do mercado de trabalho regular.
  • Adolescentes e jovens adultos em risco ou em situação de exclusão social.
  • O combate à pobreza e à exclusão social através da inserção e/ou da reinserção socioprofissional;
  • A aquisição e o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais adequadas ao exercício de uma atividade;
  • Facilitador de interligação entre os jovens integrados e a comunidade empresarial contribuindo para captação efetiva por parte do mercado de trabalho regular.
  • Adolescentes e jovens adultos em risco ou em situação de exclusão social.

Filosofia de trabalho / intervenção

A marca social e solidária As Nossas Quintas surge para ser um contributo no desenvolvimento sustentável de ações inovadoras que possibilitem a integração de públicos em situação de maior vulnerabilidade social.

Para tal, tenta equilibrar a intervenção social, a promoção de competências pessoais, sociais e de empregabilidade, através de aquisição de competências em contexto de trabalho na área de produção primária – agricultura e apicultura em modo de produção biológico, assim como na preparação e embalamento de produtos de I e IV gama, finalizando a cadeia de valor através da comercialização. 

Este projeto insere-se numa intervenção sociocomunitária mais alargada, realizada pela Cáritas da Ilha Terceira, de inclusão de jovens em risco ou em situação de exclusão social, através de inserção em oficinas práticas, formação académica, orientação e acompanhamento vocacional, realização de experiências vocacionais em local de trabalho e formações profissionais certificadas de curta duração, sempre conjugado com o apoio de uma equipa de técnicos sociais na mediação e na promoção de competências sociais (soft skills).

Filosofia de trabalho / intervenção

A marca social e solidária As Nossas Quintas surge para ser um contributo no desenvolvimento sustentável de ações inovadoras que possibilitem a integração de públicos em situação de maior vulnerabilidade social.

Para tal, tenta equilibrar a intervenção social, a promoção de competências pessoais, sociais e de empregabilidade, através de aquisição de competências em contexto de trabalho na área de produção primária – agricultura e apicultura em modo de produção biológico, assim como na preparação e embalamento de produtos de I e IV gama, finalizando a cadeia de valor através da comercialização. 

Este projeto insere-se numa intervenção sociocomunitária mais alargada, realizada pela Cáritas da Ilha Terceira, de inclusão de jovens em risco ou em situação de exclusão social, através de inserção em oficinas práticas, formação académica, orientação e acompanhamento vocacional, realização de experiências vocacionais em local de trabalho e formações profissionais certificadas de curta duração, sempre conjugado com o apoio de uma equipa de técnicos sociais na mediação e na promoção de competências sociais (soft skills).

  • Construção do plano de trabalho anual com definição de metas de produção e valorização económica;
  • Preparação do solo para instalação de culturas através de sementeiras diretas e de transplantação;
  • Manutenção de áreas em produção com controlo de infestantes através de diferentes métodos;
  • Sementeiras em placas alveolares para otimização de recursos;
  • Crivagem de composto próprio para inclusão em cama de sementeira ou pós sementeira;
  • Colheitas de folhas em diferentes estados de crescimento para diferentes produtos;
  • Instalação de fruteiras – abacateiros e citrinos;
  • Seleção criteriosa de produtos para preparar e embalar na linha de IV gama;
  • Manutenção do efetivo apícola de acordo com as boas práticas;
  • Produção de plantas aromáticas por via seminal e via vegetativa;
  • Comercialização junto de parceiros locais;
  • Ações de sensibilização para a atividade agrícola junto da comunidade local.
  • Construção do plano de trabalho anual com definição de metas de produção e valorização económica;
  • Preparação do solo para instalação de culturas através de sementeiras diretas e de transplantação;
  • Manutenção de áreas em produção com controlo de infestantes através de diferentes métodos;
  • Sementeiras em placas alveolares para otimização de recursos;
  • Crivagem de composto próprio para inclusão em cama de sementeira ou pós sementeira;
  • Colheitas de folhas em diferentes estados de crescimento para diferentes produtos;
  • Instalação de fruteiras – abacateiros e citrinos;
  • Seleção criteriosa de produtos para preparar e embalar na linha de IV gama;
  • Manutenção do efetivo apícola de acordo com as boas práticas;
  • Produção de plantas aromáticas por via seminal e via vegetativa;
  • Comercialização junto de parceiros locais;
  • Ações de sensibilização para a atividade agrícola junto da comunidade local.

Vídeoteca

Vídeoteca

Produtos e Serviços

Produção primária em hortofrutícolas em modo de produção biológico – certificado Unidade de produção – AB24466UP

Operador Hortofrutícola -130981

Preparador com unidade de transformação certificado – AB766UT

Número de Controlo veterinário (NCV) – A116527A

Propagação de plantas hortícolas, frutícolas e ornamentais em modo biológico

Registado na DGAV como operador económico – PT 6 – 13659

Produtos e Serviços

Produção primária em hortofrutícolas em modo de produção biológico – certificado Unidade de produção – AB24466UP

Operador Hortofrutícola -130981

Preparador com unidade de transformação certificado – AB766UT

Número de Controlo veterinário (NCV) – A116527A

Preparador com unidade de transformação certificado – AB766UT

Número de Controlo veterinário (NCV) – A116527A

Apicultura em modo biológico

N.º apicultor 328324

Comercialização junto de parceiros locais e via loja online

Apicultura em modo biológico

N.º apicultor 328324

Comercialização junto de parceiros locais e via loja online

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@caritasterceira

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